terça-feira, 13 de dezembro de 2016

CÂMARA 2017: QUEM SERÁ O NOVO PRESIDENTE?

O assunto mais badalado entre os bastidores dos grupos políticos desde o resultado das eleições é quem será o próximo vereador eleito para substituir José Nelson de Barros (PMDB), na presidência da Câmara Municipal de Ribeirão Pires.
Desde a ocupação feita por movimentos sociais em maio desse ano, pedindo a CEI da Saúde para saber para onde foram mais de trinta milhões em repasses para saúde,
fez com que a estabilidade do presidente fosse questionada pelos veículos de mídia locais. Sua dificuldade para articular frases, termos usados, e o visível abuso de poder que o vereador propunha fizeram com que seu nome fosse motivo de repulsa. Porém, todos esses fatos não foram suficientes para que ele pudesse se reeleger. O assunto forte é que a oposição, composta por maioria de dez vereadores, pensa em veicular o nome do peemedebista para que ele permaneça.
Essa mesma oposição, liderada pelo vereador eleito pelo PTC, Humberto D’Orto, pretende ter em mãos o controle da casa, por isso vem estudando algum nome, inclusive o do próprio D’Orto. Figuras tradicionais como o vereador reeleito Banha (PPS) e Flávio Gomes (PPS), não demonstraram nenhum interesse em ocupar o cargo. O republicano Silvino Castro (PRB), também é um nome cotado entre os opositores, por ter tido um mandato elogiado até mesmo pelos seus pares de casa.
Já os vereadores de situação, que conseguirem eleger o prefeito Adler Kiko (PSB), estão focados em colocar como presidente o vereador Rubão Fernandes (PSD). Rubão teria um perfil diplomático e conciliatório, o que agrada o agora prefeito, Kiko. Além de estar bastante tempo na casa, o nome de Rubão agrada funcionários que trabalham na Casa de Leis. Porém, só a soma dos sete votos da situação não consegue eleger o social-democrata, que precisará contar com votos da oposição caso tenha o desejo de ser eleito.
O que nos resta é fazer as nossas apostas. Aparentemente, a cúpula governista terá de conversar e negociar bastante caso queira ter o presidente da Casa pelos próximos dois anos.

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