Esse ano as cidades passaram por um processo importante dentro de um Estado democrático de direito: as eleições municipais. Trata-se um processo muito valioso, na qual o exercício da soberania popular é um elemento muito importante para que, em sociedade, possamos minorar nossas diferenças. O Estado é o agente responsável por isso. Estado como instituição.
No caso de Ribeirão Pires, eleição é guerra. Isso porque os grupos que concorreram ao paço e à câmara apresentaram poucas propostas e centraram esforços nos ataques.
Assim, venceu quem atacou menos, mas mesmo assim, a cidade ainda tem pessoas que defendem o indefensável.
Assim, venceu quem atacou menos, mas mesmo assim, a cidade ainda tem pessoas que defendem o indefensável.
Se pôde ver muitos comissionados e secretários da atual gestão defender com unhas e dentes uma gestão fracassada e sem apoio popular. Criaram justificativas até para o que não existia, como por exemplo os “problemas temporários” do São Lucas (ver reportagem do SPTV).
Ainda, houve quem defendesse o acordão para ganhar as eleições, divisão de secretarias e compra de votos.
Por muitos motivos os políticos viciados de Ribeirão Pires perderam para um político da cidade vizinha, mas o principal é que não souberam dialogar com a população durante quatro anos e o grupo que venceu as eleições conversou muito e ouviu muito, por isso venceu.
É verdade que o entreguismo e a plutocracia dominaram, dos dois lados, mas já que é assim, que se alterne o poder. A cidade agradece.

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