quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Gestão de Saulo Benevides fica marcada por caos na saúde


A gestão Saulo Benevides (PMDB) se encerra no próximo sábado e ficará na história como a pior gestão para a saúde e para outras áreas também. Sua incapacidade de organizar a pasta começou com a nomeação de Koiti Takaki, que nunca deu explicações à imprensa local e em nenhuma das matérias televisivas apareceu para dar explicações. A população sofreu desde o primeiro dia da gestão, em 1 de janeiro de 2013 e sofrerá até o dia 31 de dezembro de 2016.

Incontáveis foram os casos de falta de atendimento, ausência de médicos, abastecimento insuficiente de remédios e etc.

Com manobras de José Nelson de Barros (PMDB), aliado de Saulo, a Comissão Especial de Investigação da saúde (CEI da saúde) foi barrada na câmara com o intuito de não prejudicar a concorrência do atual prefeito às eleições. Ademais, foi uma gestão (isso vale para todas as áreas) que não dialogou com a população sobre melhorias e teve pessoas sem conhecimento específico à frente de áreas importantes.

É por isso, que ainda hoje, Saulo Benevides e outros grupos políticos lutam para eleger o próximo presidente da Câmara. Assim, por dois anos, é garantia que um nova discussão sobre a CEI da saúde seja, mais uma vez, engavetada. E o indicado é José Nelson da Paixão (PPS), que na semana passado votou a favor de remanejar uma verba da saúde para o transporte e para educação.

Por fim, Saulo mostrou como uma gestão não deve ser: soberba, clientelista e sem transparência. Mostrou que Kiko foi feliz na indicação dos secretários, porque se Saulo tinha Koiti à frente da saúde, Kiko tem Ricardo Carajeleascow (eficiente quando comandou a saúde em Paulínea). Mostrou que um prefeito que não sai às ruas não deve ser prefeito.

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