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| Paixão, Koiti (secretário de saúde no início da gestão Saulo) e Banha. |
O vereador teve um primeiro mandato (2013-2016) tímido: nada apresentou de relevante para a cidade, não abraçou a instauração da CEI da saúde, uma pauta com ampla adesão popular, e ficou no clientelismo típico de legisladores não comprometidos com a mudança e o desenvolvimento.
Além disso, o vereador participou da sessão extraordinária do dia 19 de dezembro, onde a maioria dos vereadores (em clima de festas), votaram um projeto que transfere 500 mil reais da saúde para outras áreas. Poucos foram contrários ao projeto. Muitos foram os favoráveis. Paixão está entre os que votaram pela transferência da verba, mesmo tendo vivido um 2016 marcado por protestos e indignações no que toca à saúde pública do município.
Quem votou a favor do projeto, entre eles, Paixão, José Nelson, Silvino Castro, não se lembrou que faltam remédios nos postos de saúde e que muitas pessoas morreram nas filas dos postos de saúde por falta de atendimento.
A disputa, marcada para o primeiro dia do ano, provavelmente ficará marcada pela polarização entre dois grupos: os vencedores e os vencidos.
Ao que tudo indica, Paixão (PPS) disputará o comando da casa de leis com Rubão (PSD).

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